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maio 28, 2020
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A riqueza cultural da Alemanha, entre o clássico e a vanguarda

Jovem turista andando no quintal do edifício antigo (Zwinger) em Dresden, na Alemanha

A produção cultural da Alemanha é uma das mais pulsantes da Europa. Em museus, galerias, palcos e salas de concerto, a arte pode ser vista, ouvida, sentida e tocada. Uma viagem pela Alemanha revela o quanto sua cultura é rica e diversificada, seja em expressões eruditas ou manifestações populares.

Só em Berlim há três casas de ópera em funcionamento simultaneamente, algo único mesmo para uma grande cidade. Nos últimos 30 anos, o renascimento de espaços como a Ilha de Museus e o surgimento de mentes ousadas nos campos da moda, do design e do comportamento conferiram uma cara cosmopolita à capital alemã, que passou a ditar tendências no mundo.

Inovação e tecnologia em terras alemãs

Deutsches Museum, localizado em Munique.

Inovação e criatividade são traços presentes na cultura alemã. Em Munique, o Deutsches Museum preserva histórias e contribuições de visionários que deram novo impulso à ciência e à tecnologia, entre elas, a aspirina e o MP3. Foi essa inquietação que levou o engenheiro alemão Karl Benz a alterar a rota da humanidade cerca de 135 anos atrás, com a criação do automóvel. Os impactos e os desdobramentos dessa transformação são temas abordados nos museus Porsche e Mercedes, ambos na cidade de Stuttgart.

Na pequena Weimar, em 1919, Walter Gropius revolucionou o modo de projetar ao fundar a Bauhaus, escola que revolucionou o design (funcional e vanguardista), a arquitetura e as artes visuais modernas. Alemães também são conhecidos por ressignificarem espaços. Em muitas cidades, edifícios industriais se converteram em centros de difusão de cultura. Antiga fábrica de tecidos, Ravensberger Spinnerei é hoje um complexo formado por cinema, galeria de arte e centro cultural, em Bielefeld.

A arte está em todos os cantos da Alemanha

Ópera Semper, em Dresden.

Na Alemanha, artistas da antiguidade e da atualidade estão representados em obras expostas em instituições de todo o país. Em metrópoles vibrantes como Frankfurt, há sempre em cartaz uma retrospectiva de nomes, temas ou épocas. Centro financeiro alemão e do continente – por ser sede do euro –, um dos tesouros da cidade banhada pelo Meno é o conjunto de 13 museus às margens do rio. Um deles é o Städel Museum, com obras-primas europeias produzidas ao longo de sete séculos.

Com 500 museus, a Saxônia é líder em número de instituições desse tipo e também destino cultural da Alemanha por excelência. Mozart, Mendelssohn e Schumann tiraram das paisagens locais a inspiração para algumas de suas composições. Enquanto a capital do estado, Dresden, abriga anualmente mais de 40 festivais de música, o destaque da cidade de Leipzig fica por conta do Coro dos Meninos da Igreja de São Tomás (Thomanerchor), grupo vocal com oito séculos de tradição e que teve Bach como maestro.

Outro gênio da música clássica mundial, Beethoven é celebrado em 2020 pelos 250 anos de seu nascimento, na cidade de Bonn, antiga capital da Alemanha. Obras como a Nona Sinfonia ainda despertam emoções até mesmo nas plateias mais acostumadas com a força e o talento de suas composições.

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